Usinas da CPFL Energia aceitam repactuar risco hidrológico

Ao fazer a repactuação, empresas convertem o prejuízo de 2015 causado pelo GSF em ativo regulatório

Duas empresas com participação da CPFL Energia aceitaram repactuar o risco hidrológico nos termos da Medida Provisória 688, convertida na Lei 13.203/15. A informação foi publicada nesta terça-feira, 22 de dezembro, no Diário Oficial da União.
 
A Campos Novos Energia opera uma usina homônima de 800 MW em Santa Catarina. O empreendimento tem participação de 48,72% da CPFL. Os demais sócios são a Votorantim e a CEEE.
 
Já a Companhia Energética Rio das Antas opera as usinas 14 de julho (100,7 MW), Castro Alves (130,8MW) e Monte Claro (130 MW), todas no Rio Grande do Sul. A CPFL tem 65% de participação nos negócios. Os demais sócios são a CEEE e a Desenvix.
 
Ao repactuar o risco hidrológico, as empresas convertem o prejuízo de 2015 causado pelo GSF em ativo regulatório. A compensação se dará por meio de prorrogação das concessões. Em contrapartida, as companhias terão que pagar um prêmio de risco ao governo.