Térmicas do Amazonas registram custos de R$ 38,6 milhões em julho

Montante é relativo a soma dos custos fixo e variável ajustados das usinas

A Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou de maneira provisória na última terça-feira, 18 de agosto, os valores de Custo Fixo Ajustado e Custo Variável Ajustado das termelétricas do estado do Amazonas referentes ao mês de agosto de 2015. Somados, os custos chegam a R$ 38,627 milhões. A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica vai efetuar o ressarcimento para a Eletrobras Amazonas Energia desses custos por meio de Encargos de Serviços do Sistema, tomando como critério o rateio entre os agentes pagadores semelhante ao executado no ESS por restrição de operação no âmbito do Sistema Interligado Nacional.

Os custos totais da UTE Flores serão de R$ 19.819.599,76. Já na UTE São José eles ficam em R$ 10.840.642,60. Na UTE Iranduba, a soma dos custos vai ser de R$ 6.062.164,83. Os custos referentes ao bloco IV da UTE Mauá chegarão a R$ 938.507,05. No bloco I da UTE Mauá os custos ficarão em R$ 757.032,05. Os menores custos são da UTE Electron, com R$ 209.962,81. De acordo com a Aneel, o bloco IV da UTE Mauá tem modalidade de despacho Tipo I. Logo, o ressarcimento dos custos variáveis se dará em conformidade com as regras de comercialização instituídas.

(Nota da Redação: matéria alterada às 12:03 horas do dia 27 de agosto de 2015 para correção do valor total do custo das térmicas)