Certel terá reajuste médio de 38,10%

Creluz terá tarifas 24,75% mais altas. Na Coprel, aumento médio vai ser de 27,43%

O reajuste médio da cooperativa Certel (RS) será de 38,10%. A Agência Nacional de Energia Elétrica definiu o valor da tarifa em reunião realizada nesta terça-feira, 23 de junho. Para os consumidores da alta tensão, o reajuste será de 37,05% e na baixa tensão, de 38,74%. A cooperativa é suprida pela AES Sul (RS). Em 2014 ela teve reajuste negativo em 7,15%.  De acordo com o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, os reajustes da permissionária foi mais alto porque ela ainda não havia passado por revisão tarifária extraordinária.

Na Creluz (RS), que é suprida pela RGE, o efeito médio do reajuste será de 24,75%. Os consumidores da alta tensão terão reajuste de 24,60% e na baixa, de 24,79%. Essa cooperativa é abastecida pela RGE (RS) e tem cerca de 22 mil consumidores. Em 2014, seu reajuste foi de 10,35%. Já na Coprel (RS), o reajuste médio definido pela Aneel foi de 27,43%, com impacto na alta tensão de 27,42% e na baixa tensão, de 27,44%. A cooperativa atende a 50 mil unidades consumidoras no estado gaúcho.

Ainda no Rio Grande do Sul, a Cooperluz vai ter reajuste médio de 23,01%. Para os da alta tensão, o aumento será de 23,02%. Na baixa tensão, ele vai ser de 23,01%. Já na Cermissões (RS), o reajuste definido pela Aneel será de 22,39%. Na alta tensão, o aumento para os consumidores vai ser de 22,36% e na baixa tensão, o aumento vai ser de 22,40%. Os custos de distribuição são altos para essas cooperativas e impactaram na tarifa. A Creral (RS), que em 2014 teve reajuste médio de 26,30%, vai ter em 2015 tarifas 20,56% maiores, com impacto de 20,50% na alta tensão e de 20,61% para os consumidores da baixa tensão.

Na Ceriluz (RS), que tem 13 mil unidades consumidoras e teve receita de R$ 31 milhões em 2014, o reajuste médio vai ser de 16,59%. Para os consumidores da alta tensão, o aumento vai ser de 14,71% e para os da baixa tensão, ele fica em 19,08%. No Paraná, a Ceral-D, que é suprida pela Copel, vai ter reajuste médio de 41,21%, com impacto de 41,21% para os consumidores da alta tensão e de 41,22% na baixa tensão. A cooperativa atende a mil unidades consumidoras no estado.