Bandeira volta a ser verde em junho, após dois meses de cobrança extra

Chuvas de maio e perspectiva de redução do consumo fizeram com o que o mecanismo saísse do vermelho

Após dois meses seguidos no primeiro patamar da bandeira vermelha, com cobrança adicional na fatura do consumidor de R$ 3,00 a cada 100 kWh, o mecanismo que indica o custo real da energia gerada voltou a indicar melhora nas condições de geração, com o retorno à bandeira verde em junho. No próximo mês, a tarifa de energia elétrica virá sem custo extra.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica, a maior quantidade  de água que chegou aos reservatórios com as chuvas de maio e a perspectiva de redução do consumo de energia contribuíram para que a cor verde voltasse a ser acionada. O valor da usina  térmica mais cara indicada pelo Operador Nacional do Sistema no Programa Mensal de Operação de junho é de R$ 155,85/MWh.

A cor da bandeira é definida mensalmente pela Aneel. Quando a bandeira  está na cor amarela, o Custo Variável Unitário  da última térmica a ser despachada é igual ou superior a 211,28 R$/MWh e inferior a 422,56 R$/MWh. Quando ela é vermelha, esse custo oscila entre R$ 422,56/MWh e 610,00 R$/MWh, no primeiro nível da bandeira, é superior a a R$ 610,00 /MWh no segundo patamar.  Nas duas situações, será cobrado uma adicional tarifário na conta de energia .