Capitale obtém selo energia verde

Comercializadora é a segunda a ser reconhecida no âmbito do Programa de Certificação da Bioeletricidade

Por sua atuação em quesitos ambientais e sustentáveis, a Capitale Energia conquistou o Selo Energia Verde, sendo a segunda comercializadora a ser reconhecida pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) no âmbito do Programa de Certificação da Bioeletricidade, que envolve a concessão anual de Certificados para usinas produtoras de bioeletricidade sucroenergética e Selos Energia Verde para comercializadoras e consumidores de energia no mercado livre.

A entrega do Selo aconteceu durante evento na última quinta-feira, 28 de março, sobre temas no mercado livre de energia elétrica, que contou com a presença de aproximadamente cem pessoas, em São Paulo. O gerente executivo de Monitoramento, Gestão de Penalidades & Informações da CCEE, Carlos Dornellas, fez a entrega do Selo a Gisele Domingos, da área de gestão de clientes da Capitale.

Em fevereiro, a Nova Energia foi a primeira comercializadora de energia a conseguir a certificação. Para ter direito ao Selo, a companhia precisa ser associada à Abraceel e agente da CCEE, além de ter adquirido energia de unidades produtoras com Certificado de Bioeletricidade. O contrato de aquisição também tem que estar registrado na Câmara de Comercialização e corresponder a, no mínimo, 0,3 MW médio/ano e com prazo de validade de 6 meses.

A partir de agora, tanto a Nova Energia quanto a Capitale poderão também oferecer a possibilidade de seus consumidores pleitearem a concessão do Selo Energia Verde junto à UNICA, sem a cobrança de taxas, desde que cumpram determinadas diretrizes do Programa de Certificação. A ideia é que esse fator seja um diferencial competitivo para as empresas e permita aos consumidores no mercado livre demonstrarem preocupação com o consumo responsável e sustentável de energia elétrica.

Em 2018, a bioeletricidade ofertada para a rede pelo setor sucroenergético foi 21,5 mil GWh. Geração suficiente para abastecer 11,4 milhões de residências ao longo do ano e evitar a emissão de 6,4 milhões de tCO2, volume que somente consegue-se com o cultivo de 45 milhões de árvores nativas ao longo de 20 anos.