Há males que vêm para o bem?

Independentemente de ajustes do modelo em discussão, da solução dos inúmeros “esqueletos” ou de privatização de empresas estatais, urge que encaremos a necessidade de construir as hidrelétricas possíveis com os reservatórios máximos que as restrições socioambientais venham acordar para que nos próximos anos tenhamos certa tranquilidade quanto ao atendimento da demanda

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