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O projeto teve o financiamento de R$ 108 milhões da Finep (agência de fomento à inovação vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) que enquadrou o empreendimento na linha “Inovação Pioneira”. Foram instalados 19.200 módulos fotovoltaicos e oito aerogeradores. O complexo híbrido foi pensado com o objetivo de aproveitar a infraestrutura eólica já montada pela Renova, otimizando custos.
A planta é um marco em inovação tanto para a companhia quanto para o mercado por conta de diversas características, como, por exemplo, a operação conjunta das duas fontes de energia e a distribuição por uma mesma linha de transmissão, além de possíveis mudanças regulatórias no setor. A iniciativa pretende motivar a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a criar uma legislação específica para projetos híbridos. De acordo com Carlos Figueiredo, diretor presidente da Renova, a ideia é que quando o empreendimento estiver operando já seja possível coletar dados que servirão como base para a criação de uma legislação regulatória para projetos desta natureza no Brasil.