Renováveis podem apresentar alta de 2% na matriz energética brasileira

Brasil deve fechar o ano de 2016 com 43,2% na participação de renováveis na matriz energética

Com um aumento de dois pontos percentuais comparado ao verificado no ano de 2015, o Brasil deve fechar o ano de 2016 com participação de 43,2% de renováveis na matriz energética nacional. O crescimento é resultado do bom desempenho da geração hidráulica, eólica e por biomassa. Os dados constam no Boletim Mensal de Energia de outubro, elaborado pela Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia.

Quando considerada a oferta interna de energia brasileira, as fontes renováveis também se destacam, elevando sua participação de 75,5% (2015) para 82,4% (2016), acumulando alta de 6 pontos percentuais no ano. Na classificação por tipo de fonte, a projeção de participação é de 68,9% de hidráulicas; 8,7% de biomassa; e 4,8% de eólica.

Segundo o documento, em outubro de 2016, a produção de petróleo cresceu 9,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior, e cumulando um aumento de 2,7% no ano. Já a produção de gás natural cresceu 11,2% em outubro e avanço de 6,2% nos primeiros 10 meses de 2016.