Diretor-geral brasileiro de Itaipu assume vaga no Conselho de Administração do ONS

Nome de Luiz Fernando Leone Vianna foi sugerido por conselheiros do Operador por ser um “representante de notório saber para representar a sociedade civil”

O diretor-geral brasileiro de Itaipu, Luiz Fernando Leone Vianna, assumiu uma vaga efetiva no Conselho de Administração do ONS, órgão que coordena a geração e a transmissão de energia elétrica em todo o Brasil.

Vianna integra o conselho como “representante de notório saber, para representar a sociedade civil”.  A nomeação foi sugerida pelos próprios conselheiros do Operador, que participaram de reunião ordinária na última segunda-feira, 30 de outubro, no Rio de Janeiro. Visto o diretor ter integrado o conselho na atribuição de convidado, sua participação na nova função começou já na presente data, logo após a confirmação de seu nome.

Engenheiro eletricista de formação, Vianna comandava a Copel antes de ser nomeado em 14 de março para a Diretoria Geral brasileira de Itaipu. O diretor-geral contou que se sente orgulhoso “por fazer parte deste importante fórum, especialmente nesse momento de dificuldades energéticas por que passa o Setor Elétrico Nacional. As baixas precipitações nas regiões Sudeste e Nordeste exigem ainda mais cuidados na operação de um dos sistemas mais bem elaborados do mundo”, ponderou.

O Conselho de Administração do ONS, antes composto por 14 conselheiros e seus suplentes, mais um representante do Ministério de Minas e Energia, conta agora com mais dois assentos: um representante do órgão responsável pelo planejamento do setor, a Empresa de Pesquisa Energética – EPE, e um representante de notório saber para representar a sociedade civil.

Os dois últimos assentos decorrem de mudanças na governança do Operador Nacional do Sistema, conforme decreto do Ministério de Minas e Energia publicado em agosto deste ano. A medida foi para “melhorar a governança setorial e aproximar o planejamento da operação”, segundo a justificativa.

O Conselho de Administração tem como responsabilidade, entre outras atribuições, aprovar o orçamento anual apresentado pela diretoria; aprovar e acompanhar o plano de investimento; acompanhar e analisar a gestão da diretoria; e deliberar sobre diretrizes, planos e procedimentos de gestão administrativa.