BNDES aprova R$ 7,6 bilhões para elétricas em dezembro

Recursos serão utilizados pelos grupos Equatorial, Neoenergia e CPFL

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou em dezembro dez operações de crédito para elétricas, totalizando R$ 7,6 bilhões que serão investidos por empresas de distribuição de energia elétrica nos estados de Pernambuco, Maranhão, Bahia, Pará, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul.

A Equatorial recebeu R$ 2,56 bilhões. O recurso será usado pelas distribuidoras Celpa (PA) e Cemar (MA) no triênio de 2018-2020. A Equatorial irá investir em atualização tecnológica, contenção de perdas comerciais, atendimento ao crescimento da base de clientes, expansão do sistema e melhoria da operação e da qualidade do serviço prestado e ampliação da rede de distribuição de energia.

O BNDES também aprovou R$ 2,47 bilhões em financiamentos ao grupo Neoenergia para implantação dos planos de investimentos das distribuidoras Coelba (BA), Celpe (PE) e Elektro Redes, que opera em 223 municípios de São Paulo e cinco de Mato Grosso do Sul. Os recursos serão investidos em fornecimento de energia, redução do nível de estresse sobre o sistema elétrico e aumento da disponibilidade com o fornecimento de cargas adicionais das distribuidoras em suas respectivas áreas de atuação, adequando a prestação do serviço à demanda dos consumidores. Para expandir as redes, as concessionárias construirão novas subestações e redes de distribuição de média e alta tensão.

O BNDES aprovou ainda R$ 2,6 bilhões para financiar a implantação dos planos de investimento de cinco distribuidoras do grupo CPFL Energia, que atuam em diversos municípios nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. Os investimentos visam a atender ao crescimento do número de consumidores e da demanda de energia, manter a qualidade do fornecimento de energia elétrica, automatizar redes de distribuição, adquirir veículos e equipamentos, expandir e modernizar instalações prediais, e modernizar sistemas de tecnologia da informação das concessionárias.