MME aprova projetos eólicos de R$ 398 milhões na Bahia junto ao Reidi

Decisão é relativa as usinas Inhambú 2, Corrupião 2, Ararinha Azul e Serra da Babilônia D, que somam 85,2 MW de capacidade em Pindaí e Morro do Chapeu

A Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia enquadrou as centrais de geração eólica Inhambú 2, Corrupião 2 e Ararinha Azul junto ao Regime Especial para o Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi), segundo despachos publicados no Diário Oficial da União (DOU) e no portal do MME. O Reidi prevê a isenção de PIS/PASEP e Confins na aquisição de bens e serviços para empreendimentos de infraestrutura.

As usinas, operadas pelas SPEs Eólica Pindaí Geração de Energia Ltda, já começaram a ser construídas no município de Pindái, na Bahia, com período de execução das obras indo até fevereiro de 2020. O investimento total nos projetos, livre dos encargos, é de R$ 307 milhões e corresponde a uma capacidade instalada de 56,4 MW, sendo 16,4 MW em sete aerogeradores da usina Inhambú 2; 18,8 MW entre oito unidades da EOL Corrupião 2 e 21,1 MW entre nove turbinas da central Ararinha Azul.

Nos mesmos moldes, o Ministério enquadrou a usina Serra da Babilônia D, parte do Complexo Eólico Serra das Babilônia, uma iniciativa das empresas PEC Energia e Rio Energy no município de Morro do Chapéu, na Bahia. A central geradora, que possui sete aerogeradores de 4,8 MW, totalizando 28,8 MW de potência, tem o cronograma de obras previsto para acontecer de outubro deste ano até novembro do ano que vem, requerendo um aporte de R$ 91 milhões, livre dos impostos previstos pelo Reidi.