Engie Brasil adere aos Princípios de Empoderamento Feminino da ONU

Meta global do Grupo é ter 50% dos cargos de liderança ocupados por mulheres até 2030

A Engie Brasil aderiu aos Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPs, Women’s Empowerment Principles, em inglês), uma iniciativa da ONU Mulheres que representa o comprometimento de longo prazo para que o tema se torne um valor compartilhado pela companhia. O CEO da Engie no país, Maurício Bähr, assumiu o compromisso de incentivar a promoção da igualdade de gênero, a começar pelo aumento do número de mulheres em cargos de liderança.

“A maior presença feminina ajuda nos negócios e melhora o desempenho da companhia, com a incorporação de diferentes competências e visões. Práticas de equidade também ampliam o leque de potenciais financiadores para os nossos projetos”, destacou Bähr.

A empresa criou recentemente uma área de Diversidade e Igualdade – que atua num setor historicamente ocupado por homens. “Em nossos objetivos de negócio, que buscam a descarbonização, descentralização e digitalização, podemos dizer que incorporamos mais um ‘D’: o da diversidade e inclusão”, ressaltou o executivo.

O tema é central na estratégia global do Grupo, que trabalha com uma meta global para ter 50% dos cargos de liderança ocupados por mulheres até 2030. Por enquanto, esse quadro é formado por três das principais executivas globais da empresa: Isabelle Kocher (CEO), Judith Hartmann (CFO) e Ana Busto (VP de Comunicação).

ONU Mulheres

A iniciativa da Engie vai ao encontro do item 5 dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODSs), da ONU, que consiste em alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas. A empresa tem realizado algumas ações diferenciadas para identificar líderes femininas, como rodadas de encontros presenciais da alta cúpula da empresa com mulheres com perfil de liderança ou a participação na 1° Conferência Conecta – Edição Engenheiras da Indústria, realizada neste mês com a presença de 109 jovens engenheiras.

A ONU Mulheres foi criada em 2010 no intuito de unir, fortalecer e ampliar os esforços mundiais em defesa dos direitos humanos das mulheres. Um dos projetos da organização é o “Programa Ganha-Ganha: Igualdade de gênero significa bons negócios”, uma iniciativa realizada pela ONU Mulheres e a Organização Mundial do Trabalho (OIT), em parceria e com o financiamento da União Europeia para atuação em seis países — Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, Jamaica e Uruguai. A ENGIE também está engajada nessa iniciativa.