Reservas da Eneva aumentaram em 3,9 bi de metros cúbicos em 2019

Dados referem-se as Bacias do Parnaíba e Amazonas, que somam 83,3 bilhões de metros cúbicos do insumo com possibilidades de exploração

A Eneva incorporou em 2019  um volume de 3,9 bilhões de metros cúbicos no volume de reservas 1P e 4,2 bilhões de m³ no volume de reservas 3P. Já o Índice de Reposição de Reservas (IRR) na Bacia do Parnaíba foi de 293%, e a relação entre o volume de reservas e o volume produzido ficou em 19,6 anos. Esses foram os principais dados apresentados nessa segunda-feira, 13 de janeiro, com o Relatório Executivo de Auditoria das Reservas de Gás Natural da empresa.

A data base desse levantamento é 31 de dezembro de 2019. O trabalho foi elaborado pela consultoria independente Gaffney, Cline & Associates, Inc. (GCA), que certificou o volume das reservas conforme os critérios do Petroleum Resources Management System (PMRS).

Segundo a auditoria, a reserva 1P de Parnaíba possui um volume de gás da ordem de 21,4 bilhões de metros cúbicos, enquanto a do Amazonas aparece com 3 bilhões de m³. As reservas 2P chegaram a um total de 27,7 bilhões de m³, sendo 24,1 bilhões de m³ da Bacia do Parnaíba. Já as reservas 3P chegaram a 31,2 bilhões de m³ no ano que passou, com 26,9 bilhões de m³ representando Parnaíba.

Ao todo foram nove campos de gás da Eneva na Bacia do Parnaíba abordados no relatório, classificados como já em produção, casos de Gavião Real, Gavião Azul, Gavião Branco, que inclui Gavião Branco Sudeste. E ainda, Gavião Caboclo e Gavião Vermelho, e os campos em desenvolvimento, Gavião Preto, Gavião Tesoura, Gavião Branco Norte e Gavião Carijó. Há também o Campo de Azulão, em desenvolvimento na Bacia do Amazonas, adquirido junto à Petrobras.

De acordo com a companhia, as variações de reservas 2P na Bacia do Parnaíba derivam, principalmente, do crescimento acima do inicialmente esperado para os campos de Gavião Preto, Gavião Carijó e Gavião Azul. A empresa também ressaltou que a performance dos campos em produção e as novas informações adquiridas e processadas durante 2019 “mais uma vez reduziram a incerteza em relação às reservas 1P e 3P, sendo a dispersão tanto entre os volumes certificados de reserva 1P versus 2P quanto 3P versus 2P atualmente inferior a 13%.