Aneel mantém multa por atraso em parques eólicos

Penalidade foi aplicada a empresas controladas por um consórcio da Chesf

A diretoria da Aneel manteve multa no valor de R$ 647,3 mil, aplicada em 2017 a onze Sociedades de Propósito Específico ligadas a um consórcio controlado pela Chesf. A penalidade é resultante do descumprimento dos prazos de implantação das usinas eólicas no Nordeste.

As empresas envolvidas são: Caititu 2 Energia S.A., Teiú 2 Energia S.A., Acauã Energia S.A., Arapapá Energia S.A., Angical 2 Energia S.A., Corrupião 3 Energia S.A., Caititu 3 Energia S.A., Carcará Energia S.A., Papagaio Energia S.A., Coqueirinho 2 Energia S.A. e Tamanduá Mirim 2 Energia S.A. Em 2013, elas negociaram contratos em Leilões de Energia de Reserva e de Energia Nova de empreendimentos com previsão de entrada em operação em 2015 e 2017. A multa foi aplicada após a fiscalização da agência constatar atraso nos empreendimentos.