Energia recua, mas IPCA-15 de novembro fica em 0,81%

Índice recuou na comparação com outubro, mas é o maior desde 2015. Grupo habitação teve variação de 0,34%

O resultado negativo de 0,04% no item energia elétrica dentro do IPCA-15 foi influenciado pelos reajustes de 2,57% em Goiânia, de 3,87% em São Paulo e pela redução de 0,63% em Brasília. Apesar desse resultado negativo, o IPCA-15 de novembro ficou em 0,81%, maior índice para o mês desde 2015, quando ficou em 0,85%. O grupo Habitação, em que energia está inserido, teve variação de 0,34%. A maior alta ficou com Alimentação e bebidas, com 2,16%.

A taxa de novembro é 0,13 ponto percentual abaixo da registrada em outubro, de 0,94%. No ano, o índice acumula alta de 3,13%. O acumulado dos últimos 12 meses é de 4,22% contra 3,52% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro de 2019, a taxa chegou a  0,14%.

No grupo Habitação, em que energia está inserido, a  variação positiva de 0,34% também é resultado  na variação positiva de 0,33% da taxa de água e esgoto, com os  reajustes tarifários de 3,04% em Belo Horizonte, d (1,33%), vigente desde 1º de novembro, e de 5,88% em uma das concessionárias de Porto Alegre (1,69%), vigente desde 1º de outubro.