Tradener segue defendendo a abertura total do mercado livre de energia

Empresa parabeniza o Grupo CanalEnergia pelos seus 20 anos completados recentemente

A Tradener completou 22 anos em 2020 e carrega consigo o reconhecimento de ser a primeira comercializadora do mercado livre de energia do Brasil. A empresa representa um marco setorial, assim como os 20 anos que completou esse ano o CanalEnergia, sem dúvida o mais importante veículo de comunicação especializado em energia na opinião de Walfrido Avila, presidente da Tradener.

Nesse tempo uma das constantes avaliações que Walfrido Avila faz é a evolução que o setor conquistou durante pouco mais que essas duas últimas décadas desde a fundação da empresa – a Tradener nasceu em 1998 e o primeiro contrato livre registrado no mercado foi com a Carbocloro no ano seguinte. “Somos hoje um mercado absolutamente maduro para sua total abertura”, defende o executivo.

Walfrido defende essa evolução do mercado livre de energia olhando dois pontos fundamentais. O primeiro deles é a integração que os comercializadores alcançaram no mercado. Em sua opinião “o setor soube se organizar de uma forma profissional, com foco no consumidor final, com senso de responsabilidade em toda a cadeia do atendimento e, principalmente, com competência técnica para que o cliente possa se sentir seguro quando migrar para o mercado livre de energia.

O outro ponto que Walfrido Avila destaca é o da expansão. “Começamos no mercado livre com uma determinada energia e fomos capazes de acompanhar toda a expansão que o setor viveu”, diz ele, referindo-se ao leque de opções que hoje o cliente do mercado livre tem nas chamadas energias renováveis. Ele termina lembrando que “antes expansão era só leilão. Hoje todas as matrizes estão vindo com PPA de mercado livre. E todas as expansões que estão dentro do mercado livre existem sem onerar o consumidor final ou depender exclusivamente do governo”.

E é justamente de uma confiança governamental maior que o mercado livre precisa para se abrir plenamente no Brasil. “Se olharmos o mundo, o Brasil é um poucos ou o único país que ainda não avançou plenamente na abertura do mercado de energia. Assim que tivermos um vontade política mais determinante nesse sentido, sem dúvida alguma vamos atingir todos os consumidores com um energia mais barata”, comenta Avila. Para ele o mercado livre já provou que tem capacidade técnica e capacidade de gerar financiamentos para isso.

Sobre a situação da própria Tradener, Walfrido Avila comenta que os bancos privados já começaram a enxergar o potencial de financiamento que o mercado livre pode oferecer. “Nós da Tradener temos recebido a plena confiança do mercado financeiro em nossas ações de expansão, o que prova uma maturidade absoluta não apenas do nosso negócio, mas todo o setor que representamos”. Walfrido emenda o comentário lembrando que há algo de muito importante quando falamos da capacidade negocial de um setor que é essencialmente de empresas nacionais.

Sobre as questões políticas avançarem Avila se mostra confiante. “Embora tenhamos muito espaço de expansão e crescimento com a abertura plena do setor livre de energia, também percebemos o governo reagindo bem ao nosso mercado”, comenta ele e apontando como exemplo o governo do Estado de Goiás, que em sua opinião tem dado um grande apoio aos novos negócios de energia em seu território. Para ele o exemplo de Goiás deve ser seguido por todos os demais Estados. “Apoiar o mercado de energia é apoiar o próprio crescimento. Temos que ter esse olhar em todo o Brasil, com a desburocratização e agilidade de todos os processos que envolvem a complexidade da energia”.

Sobre o CanalEnergia Walfrido Avila destaca a importância que a especialização do veículo tem para todo o setor. “Como o próprio nome o Canal Energia é a principal ponte que se construiu para que todos nós empresários, marcas, executivos e o próprio governo temos de nos unir em torno de uma informação responsável, verdadeira e muito bem realizada no mercado de energia nacional. Seus realizadores estão todos de parabéns”.

(Nota da Redação: Conteúdo patrocinado produzido pela empresa)