AES Brasil avança em práticas ESG em 2020

Geradora investiu mais de R$ 14 milhões em ações socioambientais com foco em comunidades

A construção de uma companhia cada vez mais sustentável e alinhada aos conceitos ESG contribuíram para que a AES Brasil registrasse importantes resultados socioambientais em 2020. Mesmo com os desafios sem precedentes que surgiram no ano por conta da disseminação do novo coronavírus, mais de R$14 milhões foram investidos pela empresa em ações socioambientais com foco nas comunidades vizinhas às suas operações.

De acordo com Clarissa Sadock, CEO da AES Brasil., a empresa já vem sendo benchmark nos pilares Ambiental e Social com sua matriz energética 100% renovável, e agora avança ainda mais em Governança, com o processo de migração para o Novo Mercado. Segundo ela, mesmo com os desafios gerados pela pandemia do novo coronavírus, em 2020 a excelência operacional e administrativa foi reafirmada, assim como o compromisso com a geração de valor, sempre orientados pelos mais altos padrões ESG.

Com relação aos projetos ambientais, em 2020, diversos programas como recuperação de nascentes, monitoramento da qualidade das águas dos reservatórios das usinas hidrelétricas e manutenção da fauna foram realizados pela AES Brasil no entorno de suas operações. A proteção e preservação da flora por meio de reflorestamento, em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, foi contemplada entre as ações protetivas e de recuperação deste bioma e do cerrado brasileiro. Além de ter engajado outras empresas por meio da iniciativa, a AES concluiu o plantio de 243,4 hectares, cumprindo a meta de 243 hectares de reflorestamento estabelecida para o ano.

A companhia assumiu a meta de neutralizar as emissões de gases de efeito estufa até 2025 e positivá-las até 2030. O compromisso coincidiu com os cinco anos da assinatura do Acordo de Paris, realizado em 12 de dezembro de 2015. Outra iniciativa de destaque foi a realização da segunda fase do Programa de Manejo Pesqueiro que introduziu 2,5 milhões de alevinos nos reservatórios das usinas da AES Brasil localizadas no interior de São Paulo.

O repovoamento foi feito com as espécies Pacu Guaçu, Piracanjuba, Curimbatá, Dourado, Piapara e Tabarana, minimizando o impacto provocado pela construção de barragens hidrelétricas e auxiliando o equilíbrio da fauna aquática dos rios Tietê, Pardo, Grande, Mogi Guaçu e Piracicaba.  A recertificação da ISO 14.001 também foi contemplada no desempenho ambiental apresentado pela empresa em 2020.

Devido à necessidade de distanciamento social, algumas iniciativas foram adaptadas para realização remota, como oficinas de capacitação de professores do Projeto Geração+ com cerca de 200 professores. A promoção da diversidade também está contemplada com o compromisso da AES Brasil com a sustentabilidade.

Ainda segundo Clarissa Sadock, a empresa também passa pela construção de um ambiente de trabalho livre de discriminação e preconceito, e cada dia mais inclusivo. Em 2020, foi lançado internamente o Programa de Diversidade & Inclusão. A iniciativa, demandada pela Diretoria como uma frente estratégica de atuação, foi construída a partir de um censo realizado para identificar as opiniões e percepções dos colaboradores sobre a cultura de diversidade na AES Brasil.

Ainda com o objetivo de garantir uma sólida estrutura de capital e fortalecer o compromisso da empresa com os pilares ESG, a AES Brasil está fazendo a migração para o Novo Mercado, segmento de governança mais elevado da B3. Anunciado em dezembro de 2020, a empresa tem trabalhado em um plano de reorganização societária, que resultará na criação de uma holding. A previsão é que o projeto seja finalizado ainda no primeiro trimestre de 2021.