Demanda aumenta 2,7% no primeiro trimestre, aponta Neoenergia

Considerando a CEB-D que foi incorporada em março, a demanda aumentou 6,23% ante o mesmo período de 2020

A energia injetada no segmento de distribuição da Neoenergia – que considera mercado regulado e livre – aumentou 6,23% na comparação com o primeiro trimestre de 2020. O resultado foi puxado pelo aumento da demanda na Elektro com alta de 6,03% e a entrada da CEB-D que foi incorporada em 2 de março de 2021 ao portfolio da companhia. Sem considerar a nova concessionária, a expansão ficou em 2,7%.

Em sua maior área de concessão, a Bahia, o consumo de energia aumentou 1,97%. No Rio Grande do Norte houve aumento de 2,81% enquanto em Pernambuco ficou relativamente estável, redução de 0,09%.

Em termos de geração de energia houve queda de 3,59% no volume de fontes renováveis, para 3.890 GWh. A capacidade instalada passou a 3.546 MW, sendo 516 MW eólicas e 3.030 da fonte hidráulica. A geração por fonte aumentou 64,09% por meio dos ventos mas recuou 7,91% na hídrica.

Já a geração térmica recuou 29,22% para 712 GWh na única usina da empresa a Termopernambuco com 533 MW de potência instalada.