Copel executa R$ 147 milhões em programa de eficiência energética

Troca de equipamento vai beneficiar hospitais, instituições de ensino e iluminação pública

O programa da Copel que financia ações para o combate ao desperdício de energia elétrica está completando duas décadas de atuação, com a execução de uma chamada pública recorde para incentivo a projetos. A troca de equipamentos antigos por outros mais eficientes beneficiará 11 hospitais, 275 instituições de ensino e 27 mil pontos de iluminação pública, entre outros, com a aplicação de um orçamento estimado em R$ 147 milhões.

O edital esteve aberto também a propostas de projetos de condomínios residenciais, consumidores industriais, pontos de comércio e consumidores rurais. O consumo de energia elétrica se tornará mais eficiente em 89 instalações destas categorias, para as quais o aporte financeiro é realizado mediante um contrato de desempenho, com a devolução gradual dos valores após a conclusão dos projetos.

Já para unidades do poder público e instituições beneficentes, o financiamento é a fundo perdido, com o devido acompanhamento técnico e aferição dos resultados. Em ambas as modalidades, existe a possibilidade de instalação de unidades de geração distribuída. Esta alternativa é adotada desde que o imóvel tenha esgotado meios para tornar mais eficiente seu consumo de energia através, principalmente, da troca de equipamentos elétricos, como lâmpadas, refrigeradores, motores e sistemas de climatização.

Durante os 20 anos de programa, mais de R$ 530 milhões foram investidos em todos os municípios da área de concessão da distribuidora, atuando em diversas classes de consumo, inclusive famílias de baixa renda. O gerente de Inovação e responsável pelo programa na Copel, Diego Munhoz, destaca a atuação na área dos serviços públicos, como a troca de equipamentos em 30 hospitais, mais de mil instituições beneficentes, 25 universidades e cerca de mil escolas públicas.

Uma nova chamada pública encerrou recentemente a fase de submissão de projetos, com 106 inscritos. Atualmente, as propostas estão em análise técnica pela Copel, sendo julgadas pelo potencial de redução no consumo.