Raízen aposta em inovação ao oferecer soluções de energia limpa no mercado livre

Empresa integrada de energia acompanha evolução do setor com portfólio para consumidores dos mais variados perfis

O Mercado Livre de energia elétrica segue em rápida expansão pelo país e seu consumo atual já representa cerca de 32% da carga do setor elétrico nacional. Os dados são da CCEE – Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, que também revelou que, no primeiro semestre de 2021, o segmento registrou alta de 19% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Atenta à ágil evolução do mercado, pensando no futuro como algo que já acontece e ao mesmo tempo na perenidade de seus negócios a longo prazo, a Raízen tem reforçado cada vez mais sua atuação no setor.

Empresa integrada de energia e referência global em biocombustíveis e bioeletricidade, a Raízen segue comprometida em entregar diferentes soluções em energia. Por isso, investe no seu portfólio de produtos para consumidores dos mais variados perfis. Com inovação e tecnologia, a empresa garante economia e sustentabilidade para seus clientes.

Com posição consolidada no mercado como player integrado de energia, com uma sólida carteira de clientes, força comercial e solidez financeira, desde 2018, a companhia também conta com o serviço de comercialização de energia. No último ano-safra, foram comercializados cerca de 18,6 TWh de energia.

No último ano, a Raízen acrescentou em seu portfólio a migração e gestão no mercado livre de energia, buscando simplificar os processos e otimizar os resultados para os clientes com toda as vantagens de uma empresa sólida no mercado. Além de expandir sua atuação em Geração Distribuída, com uma solução de economia e sustentabilidade para consumidores menores.

Complementando os negócios, a companhia atua também com produtos customizados para diferentes perfis de empresas com consultorias e acompanhamento de performance. Por meio da produção de energia a partir da biomassa, é emitida a Certificação de alto padrão I-REC Standard para as empresas que desejam atestar o uso de fontes limpas em seu consumo energético. Toda essa energia e expertise ainda são aplicadas em outras vias, como a mobilidade elétrica, com produtos e serviços dedicados às frotas de veículos elétricos. Assim, são geradas soluções completas com planejamento, suporte, carregadores elétricos e gestão digital de consumos.

O empenho no segmento faz parte de uma estratégia de negócios da companhia que, por meio de tecnologias avançadas, busca o protagonismo na transição energética, ampliando seu portfólio de soluções renováveis, como o etanol de segunda geração (E2G), o biogás, a bioeletricidade e a geração de energia solar.

Em outubro, a companhia deu mais um importante passo em propósito de redefinir o futuro da energia ao anunciar a formação de uma joint venture com o Grupo Gera, que atua com projetos de geração distribuída no Brasil, eficiência energética, comercialização e soluções de tecnologia escaláveis. A proposta é incorporar novas fontes para atender ao mercado na jornada de transição energética, com soluções integradas, competitivas e sustentáveis. Com a conclusão da parceria, a Raízen se consolida como player de destaque no mercado nacional de geração distribuída, com capacidade de geração de energia para um total de 350MW, com possibilidade de expansão no curto prazo, além de ampliar sua atuação direta para 19 estados, servidos por 26 concessionárias.

Em seus 35 parques de bioenergia, a Raízen extrai o máximo da biomassa e investe no modelo de economia circular. Através do Biogás, são produzidos 50% de energia elétrica a mais na mesma área plantada, além da possibilidade de se produzir gás biometano — um substituto para o diesel e o próprio gás natural. Com isso, somente na última safra foram produzidos 2,1 TWh de energia elétrica a partir da biomassa da cana-de-açúcar. A companhia ainda conta com 1,3 GW de capacidade instalada para geração de bioeletricidade e 2,2 GWm comercializados por mês. Além disso, a empresa é a única no mundo a gerar o E2G em escala comercial, a partir do reaproveitamento de subprodutos do processo produtivo, com 2,5 bilhões de litros de etanol produzidos por ano.

(Nota da Redação: Conteúdo patrocinado produzido pela empresa)