Antes de encerrar seu primeiro ano de atividades, a unidade comercializadora da Casa dos Ventos ultrapassou a marca mensal de 1,3 GWm em energia negociada, volume registrado em novembro deste ano, entre compras e vendas. Em transações financeiras, são mais de R$5,3 bilhões em energia comercializada até 2025. “Conseguimos oferecer operações estratégicas e customizadas para os nossos parceiros por conta de um portfólio robusto que combina oferta e segurança de um lastro físico”, reforça Itamar Lessa, diretor da Comercializadora da Casa dos Ventos.
A ascensão da unidade comercializadora tem base no elevado ritmo de crescimento de seu parque gerador, tendo colocado em operação 504 MW no segundo semestre de 2021, e com cerca de 900 MW com previsão de entrada no ciclo 2022-2023. “Conseguimos reduzir a exposição dos nossos consumidores a oscilações de preço do mercado, tendo grande parte da energia advinda de geração própria”, explica Lessa.
Em 2021, a combinação de modelos de negócios da Casa dos Ventos beneficiou seus clientes de energia elétrica e também outros geradores e o País. Durante a crise hídrica, a empresa negociou mais de 580 GWh de swap temporal, ou seja, de troca de energia com as hidrelétricas com operações até 2024. Essas parcerias proporcionam benefícios para todas as partes e exploram a complementaridade das fontes de geração, já que a denominada “safra dos ventos”, período de intensa geração eólica, coincide com os meses de hidrologia desfavorável.
O investimento constante da Casa dos Ventos em inovação tecnológica e conhecimento é outro ponto que impulsionou o modelo de comercialização da empresa, com destaque para a iniciativa de mineração, armazenamento e interpretação de dados do SIN (Sistema Interligado Nacional) e dos modelos meteorológicos, que viabilizam aperfeiçoamentos em predições de geração eólica, entendimento dos modelos de chuva-vazão e do comportamento da carga. Trata-se da compreensão física alavancada dos fundamentos da oferta e da demanda aliados a algoritmos que suportam a construção de teses de operação.
A comercializadora fortaleceu sua estratégia comercial, que mira em originação de contratos de longo prazo e trading. Em 2020 e 2021, a Casa dos Ventos negociou mais de 1,5 GW de energia renovável em contratos de longo-prazo (PPAs), possibilitando que diversas indústrias e grandes consumidores passassem a utilizar energia limpa e competitiva, alinhando suas atividades produtivas aos princípios ESG. Na carteira de clientes já figuram nomes como Anglo American, Braskem, Dow e Vale.
Além dos projetos eólicos, a Casa dos Ventos está estruturando projetos solares para otimizar o potencial de geração dos parques com complementaridade intradiária.
(Nota da Redação: conteúdo patrocinado produzido pela empresa)