CPFL Energia registra mais colisões contra postes entre janeiro e abril deste ano

A cidade de Ribeirão Preto lidera o ranking de acidentes de trânsito, seguida de Jundiaí, Bauru e Campinas

As distribuidoras da CPFL Energia (CPFL Paulista, CPFL Piratininga, CPFL Santa Cruz e RGE) estão fazendo um alerta sobre os perigos que permeiam a imprudência no trânsito. No mês da campanha de conscientização no trânsito, Maio Amarelo, a empresa realizou um levantamento onde foram detectados 2.161 colisões contra postes de energia nas cidades da sua área de concessão.

De acordo com o levantamento, apenas no período de janeiro a abril de 2022, uma média diária de 18 acidentes de trânsito. O número é 8% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, mas, ainda assim, as ocorrências continuam em um patamar elevado. Apesar disso, em algumas cidades houve crescimento dos casos. Em Jundiaí foi registrado crescimento de 77% na comparação do primeiro quadrimestre de 2021, quando foram 48 colisões, com o mesmo período de 2022, que teve 85 ocorrências. Ribeirão Preto apresentou crescimento de 64% e Bauru 54%.

As colisões registradas entre janeiro e abril de 2022, em toda área de concessão da CPFL, resultaram em ocorrências de interrupção no fornecimento de energia que demandaram horas de serviços da companhia. Isso inclui a substituição de poste, reconstrução de rede de distribuição e restabelecimento da energia. Dependendo da gravidade do acidente, as equipes de campo precisam também aguardar a realização dos trabalhos da perícia policial para poder então iniciar o trabalho de manutenção.

Além do risco à segurança, os responsáveis pelos acidentes contra postes podem amargar prejuízos financeiros. Nos casos em que a distribuidora identifica o culpado legal, este deve arcar com os danos causados ao patrimônio da concessionária. A substituição de um poste pode variar, dependendo do modelo, entre R$ 2 mil e R$ 3 mil. Essa diferença leva em consideração os equipamentos instalados tanto pela distribuidora de energia como pelas empresas que ocupam a estrutura. Por exemplo, um poste com iluminação pública simples tem menor valor que aquele que sustenta um transformador de energia e equipamentos de telecomunicação.