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A Cogen criou um Grupo de Trabalho para formular proposta que incentive cogeração a gás natural e biometano. De acordo com presidente-executivo, Newton Duarte, a intenção é somar experiências para que a associação possa formular uma proposta a ser levada ao Ministério de Minas e Energia e a outros órgãos dos Poderes Executivo e Legislativo, visando contribuir com políticas públicas que incentivem a cogeração a gás natural e biometano.

A primeira reunião do GT aconteceu no último dia 20 de fevereiro, em São Paulo, com a participação de associados e agentes do mercado. Para Bruno Armbrust, diretor e fundador da consultoria ARM, o cenário energético brasileiro apresenta condições oportunas para que a indústria de cogeração elabore um pleito de formulação de políticas públicas que incentivem o uso de gás natural.

Armbrust disse ainda que um dos principais entraves à cogeração a gás natural nos últimos anos tem sido a falta de competitividade, determinada por um histórico de extrema concentração de mercado na oferta, com preços da molécula desalinhados às singularidades e dinâmicas do mercado.

Uma janela de oportunidade interessante, apontou Armbrust, é a consulta pública aberta pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis para promover uma revisão tarifária em algumas das principais transportadoras de gás. Segundo ele, em um cenário otimista, com estímulos em toda a cadeia, e com uma revisão integral da tarifa de transporte, eliminando 100% do efeito dos contratos legados, e ainda com uma TUSD reduzida, a tarifa sem tributos poderia se situar entre 7 e 8 US$/MMBTU.